TIVA

A nossa equipe de anestesia decidiu adotar a linha de grandes hospitais de São Paulo e do exterior, então utilizamos a Anestesia Venosa Total e o protocolo tipo TIVA (Total Intra Venous Anaesthesia).

Sem dúvida é uma modalidade anestésica que tem um custo mais alto. No entanto, nos preocupamos mais com a segurança do que com economia em uma cirurgia. Queremos o melhor disponível para nossas pacientes.

EXPLICANDO MELHOR

A ideia é unir monitorização minuto a minuto e usar medicações de eliminação rápida.

Parece complicado, vou explicar melhor: um monitor colocado na testa (BIS) pode mostrar como está o nível de consciência e o anestesista tem mais controle do nível da anestesia, podendo usar medicações que têm ação e eliminação rápidas do corpo. Então, ao atingir o nível de anestesia que ele deseja, pode manter um nível mínimo de medicação sem o paciente acordar.

Oferecendo menos medicação e que não deixa resíduos no corpo, oferecemos mais segurança com menos efeitos colaterais.

Outra intenção é evitar medicações fortes e agressivas, como os derivados da morfina no pós-operatório imediato, evitando que a paciente acorde da sua cirurgia de implante mamário sentindo “ressaca”, possibilitando também que se recupere em menos tempo para poder ganhar alta o mais rápido possível.

O menor sangramento durante o procedimento cirúrgico minimiza o inchaço da mama já no pós-operatório imediato, o que por sua vez, reduz ainda mais a presença de dor.

SEGURANÇA

Utilizamos também campos descartáveis, luvas especiais sem talco, manta térmica — oferece calor, reduz o risco de hipotermia — e a bota de compressão pneumática (manter a compressão dos membros durante a cirurgia). Os dois últimos itens são essenciais na prevenção de Trombose Venosa Profunda.

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